Machado de Assis era, segundo relatos, um grande apreciador da boa mesa, e os doces tinham um lugar especial em seu coração. Em sua obra magistral Dom Casmurro (1899), a comida aparece em momentos sutis, mas carregados de significado. O protagonista Bentinho, apaixonado pela misteriosa Capitu, percebe a força de seus sentimentos quando ela, ávida por doces, ignora completamente um vendedor de cocadas que passa na rua, pois estava triste com a notícia de que ele iria para o seminário. Para consolá-la, o jovem apaixonado compra o doce.
A cocada daquela época era mais rústica e simples, feita com rapadura e coco, bem diferente das versões com leite condensado que conhecemos hoje. Era um doce das ruas, que unia todas as classes sociais do Rio de Janeiro.
Machado de Assis era, segundo relatos, um grande apreciador da boa mesa, e os doces tinham um lugar especial em seu coração. Em sua obra magistral Dom Casmurro (1899), a comida aparece em momentos sutis, mas carregados de significado. O protagonista Bentinho, apaixonado pela misteriosa Capitu, percebe a força de seus sentimentos quando ela, ávida por doces, ignora completamente um vendedor de cocadas que passa na rua, pois estava triste com a notícia de que ele iria para o seminário. Para consolá-la, o jovem apaixonado compra o doce.
A cocada daquela época era mais rústica e simples, feita com rapadura e coco, bem diferente das versões com leite condensado que conhecemos hoje. Era um doce das ruas, que unia todas as classes sociais do Rio de Janeiro.
Machado de Assis era, segundo relatos, um grande apreciador da boa mesa, e os doces tinham um lugar especial em seu coração. Em sua obra magistral Dom Casmurro (1899), a comida aparece em momentos sutis, mas carregados de significado. O protagonista Bentinho, apaixonado pela misteriosa Capitu, percebe a força de seus sentimentos quando ela, ávida por doces, ignora completamente um vendedor de cocadas que passa na rua, pois estava triste com a notícia de que ele iria para o seminário. Para consolá-la, o jovem apaixonado compra o doce.
A cocada daquela época era mais rústica e simples, feita com rapadura e coco, bem diferente das versões com leite condensado que conhecemos hoje. Era um doce das ruas, que unia todas as classes sociais do Rio de Janeiro.
• 3 xícaras de coco fresco ralado grosso
• 2 xícaras de açúcar cristal (ou metade açúcar, metade rapadura ralada para uma versão mais fiel à época)
• 1 xícara de água
• 1 canela em pau (opcional)
• 2 cravos-da-índia (opcional)
• 3 xícaras de coco fresco ralado grosso
• 2 xícaras de açúcar cristal (ou metade açúcar, metade rapadura ralada para uma versão mais fiel à época)
• 1 xícara de água
• 1 canela em pau (opcional)
• 2 cravos-da-índia (opcional)
• 3 xícaras de coco fresco ralado grosso
• 2 xícaras de açúcar cristal (ou metade açúcar, metade rapadura ralada para uma versão mais fiel à época)
• 1 xícara de água
• 1 canela em pau (opcional)
• 2 cravos-da-índia (opcional)
Em uma panela larga, misture a água e o açúcar (ou rapadura). Adicione a canela e os cravos, se estiver usando. Leve ao fogo médio e deixe ferver, sem mexer, até formar uma calda em ponto de fio brando (quando você levanta a colher e a calda cai formando um fio contínuo, mas não muito grosso).
Retire as especiarias e adicione o coco ralado fresco. A partir desse momento, mexa constantemente com uma colher de pau. O coco vai soltar sua própria água e a mistura vai começar a secar.
Continue mexendo até que a cocada comece a desgrudar do fundo da panela, ficando com um aspecto mais seco e brilhante. Desligue o fogo. Com o auxílio de duas colheres, pegue porções da massa e coloque sobre uma superfície untada com manteiga ou forrada com papel manteiga.
Deixe esfriar completamente até que as cocadas endureçam. O resultado é um doce com casquinha crocante por fora e interior macio, perfeito para acompanhar um café forte no meio da tarde.
Em uma panela larga, misture a água e o açúcar (ou rapadura). Adicione a canela e os cravos, se estiver usando. Leve ao fogo médio e deixe ferver, sem mexer, até formar uma calda em ponto de fio brando (quando você levanta a colher e a calda cai formando um fio contínuo, mas não muito grosso).
Retire as especiarias e adicione o coco ralado fresco. A partir desse momento, mexa constantemente com uma colher de pau. O coco vai soltar sua própria água e a mistura vai começar a secar.
Continue mexendo até que a cocada comece a desgrudar do fundo da panela, ficando com um aspecto mais seco e brilhante. Desligue o fogo. Com o auxílio de duas colheres, pegue porções da massa e coloque sobre uma superfície untada com manteiga ou forrada com papel manteiga.
Deixe esfriar completamente até que as cocadas endureçam. O resultado é um doce com casquinha crocante por fora e interior macio, perfeito para acompanhar um café forte no meio da tarde.
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Deixe esfriar completamente até que as cocadas endureçam. O resultado é um doce com casquinha crocante por fora e interior macio, perfeito para acompanhar um café forte no meio da tarde.
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